1. Sistema Financeiro de Habitação (SFH)
- Mais comum no país, voltado para imóveis residenciais de até R$ 1,5 milhão.
- Utiliza recursos do FGTS e da poupança.
- Taxas de juros controladas pelo governo (limitadas a até 12% ao ano).
- Permite uso do FGTS como entrada, amortização ou quitação.
👉 Ideal para quem compra o 1º imóvel ou tem renda familiar até R$ 7 mil.
2. Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)
- Usado para imóveis mais caros (acima de R$ 1,5 milhão) ou imóveis comerciais.
- Recursos vêm do mercado financeiro (não do FGTS).
- Taxas de juros livres (negociadas entre cliente e banco).
- Mais flexível, mas com menos proteção legal do que o SFH.
👉 Indicado para quem tem renda mais alta ou compra para investimento.
3. Financiamento direto com a construtora
- Negociação feita sem intermédio de bancos, direto com a empresa responsável pela obra.
- Geralmente usado para imóveis na planta.
- Menos burocracia, mas com juros mais altos e menos tempo para pagar.
- Condições variam muito entre construtoras.
👉 Boa opção para quem quer mais agilidade e pode pagar em menos tempo.
4. Consórcio imobiliário
- Não é um financiamento com juros, e sim um grupo de pessoas que contribuem mensalmente para adquirir imóveis.
- Quando contemplado (por sorteio ou lance), você recebe a carta de crédito para comprar.
- Sem juros, mas há taxa de administração.
- Pode demorar para ser contemplado.
👉 Indicado para quem não tem pressa e quer evitar pagar juros.
5. Carta de Crédito FGTS / Minha Casa Minha Vida / Casa Verde e Amarela
- Programas do governo que facilitam a compra da casa própria para famílias de baixa renda.
- Subsídios diretos do governo (reduzem valor do imóvel ou entrada).
- Taxas de juros mais baixas e condições especiais.
👉 Focado em famílias com renda de até R$ 8 mil, dependendo da faixa do programa.
6. Home Equity (Crédito com Garantia de Imóvel)
- Você usa um imóvel quitado como garantia e recebe um valor em dinheiro (que pode ser usado para comprar outro imóvel).
- Juros mais baixos do que outros empréstimos, prazos longos.
- Risco: se não pagar, perde o imóvel dado como garantia.
👉 Indicado para investidores ou quem precisa de crédito com taxas mais acessíveis.
📌 Dica:
Antes de escolher um tipo de financiamento, é fundamental:
- Simular em diferentes bancos;
- Analisar o CET (Custo Efetivo Total);
- Verificar se você pode usar o FGTS;
- Consultar um corretor ou especialista em crédito imobiliário.


